quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Notícias

Eu deveria fazer como Marilena Chauí e Madonna: Não assisti mais tv e acrescentaria não ler mais notícias. Soldados espancando moradores de rua. Que é isso! Já bastam os neonazistas em São Paulo, que além de matar mendigos, também matam nordestinos e gays. 
Todo policial era pra ter curso superior. Ter estudado muita psicologia. Sei que eles ganham pouco, como qualquer trabalhador no Brasil, mas certos abusos já é demais.
Outras notícias dão conta do biquíni ou da hora em Carolina Dickerman vai fazer a maquiagem. E por falar em Carolina,  há o maior barraco entre Luana Piovani e Carolina Magalhães. Farpas e mais farpas no Twitter. É pra isso que serve o Twitter?
Definitivamente elas deveriam se ocupar com outra coisa. Não é esse o papel social de um artista. Sobre isto voltarei a falar depois. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Novembro, se bem me lembro

Novembro vem,
encubro as lembranças de um passado setembrino.
As flores já não me ouvem.
Voam sem dizer adeus.
Ressequidas.
Preparam-se para o inverno.
Esqueço que dezembro se aproxima.
Um ano virgem que se avizinha.
Não saio do meu camarim
e ainda não tive coragem de colocar o lambrusco pra gelar.

Tarde de novembro,
se bem me lembro
nove fora zero.

domingo, 6 de novembro de 2011

A insatisfação do ser humano

Desisti de entender o ser humano. Deixo isso para psicólogos. Ninguém nunca está satisfeito com o que tem ou com aquilo que se é. Eu sou diferente. Assim como Clarice," quero me apoderar do É das coisas", acho que só assim seremos mais felizes.
Grazi Massafera está fazendo terapia porque já conquistou tudo que queria; os irmãos Zezé e Luciano brigam não se sabe porquê ou talvez saibamos, mas é preferível calar, pois não temos nada com isso; Gretchen vive mudando de lugar, de casa, à procura de quê, não sei. Só cito esses exemplos, mas temos muito mais para ilustrar o que disse anteriormente. Ser feliz é difícil ou fácil para alguns. Depende de cada um. Nós é que muitas vezes complicamos tudo que é fácil de se entender ou de se viver. Viver basta.

Semanas, meses, anos


Gosto de escrever todos os dias. Mal tive tempo até agora. Passei a semana preparando aula, corrigindo uma tese, cujo assunto é chatíssimo e ainda inventei de ver ontem Lulu Santos e Banda Eva. Acordei só Deus sabe como, pois a luta continua. Lembrava de vocês e do meu blog. 
Ao ler um comentário no meu blog de um amigo, repentinamente lembrei do passado, dos álbuns que colecionava e do tempo que não volta. Um que gostava era Amar é... Isso foi lá pela sétima série. Incrível que a música do momento era Como uma onda, de Lulu e tem tudo a ver com este assunto. Semanas, meses, anos. Os dias não existem. Passam tão depressa que é como se fossem fantasmas, fumaça, evaporação.O tempo voa

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nunca mais

Hora Extra 1 300x300 Como Calcular Horas Extras

                                                            Risquei os meses no calendário.
                                                            Tempo tempo tempo tempo.
                                                            Sobraram dois.


                                                            Restos diários
                                                            do que se foi,
                                                            do que está por vir.
                                                                               Porvir.

                                                            Tempo antes,
                                                            Tempo depois.
                                                            E o que fica no meio?
                                                            Tempo instante
                                                            Tempo lembrança
                                                            Tempo saudade.
                                                                             Tempos de nunca mais.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

B.O. de feriado

1. É engraçado como as leis no Brasil não funcionam ou funcionam até quando alguém que tem poder quer. Fico sabendo que a Fifa não aceitará a meia entrada nos jogos da copa. Estudantes e idosos não usarão seus direitos .Derruba-se leis a qualquer hora. Já para se fazer justiça a pobre ou  a qualquer reles mortal, a justiça é lenta e cega.
2. Hoje um carro atravessou na minha frente. Por pouco não bati. Atrás de mim vinha outro carro. Por pouco não bateu em mim. Ia morrer em pleno dia de finados. GENTE!
3. Está bombando a perspectiva de vida para 2030. Terei 60 anos e vou viver mais 40 ou não morrer. Já pensaram!? Leiam as primeiras páginas da revista Isto é. Poderemos até namorar robôs.
4. De cemitério, quero distância, que me perdoem meus avós. Rezarei por eles em casa."Deixem que os mortos enterrem seus mortos".

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ainda Drumond

O sobrenome deste poeta é quase um anagrama de mundo, sobram as letras DR. É quase um anagrama completo, mas como ele nasceu para ser guache na vida, e na vida, nada está completo, então está justificado o quase possível anagrama. E tem tudo a ver porque vários poemas de Drumond têm a palavra mundo, basta darem uma pesquisada. O mundo, a vida cotidiana estão presentes na sua poética metafísica, simples e universal.
                                                  ***

                         
                                                                      IMAGENS
Imagens
feitas para olhar.
Imagens são ímãs
como teu olhar,
teu corpo nu,
ou tuas mãos a me tocar.