Seu nome
tem qualquer tom
já conhecido.
Nome muído em minha alma.
Tatuado em meu inconsciente.
É premente
seu nome sair de minha mente.
***
Seu sorriso
não quer se livrar do meu.
Tudo que tenho pra te dar:
Sou teu paraíso.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Bondes
De repente
me deu saudades
de andar de bonde.
Bonde de todos:
crianças, jovens e velhos.
Bonde
por onde passava
ganhava o dia.
Bonde irradia alegria.
***
Adolescência
me deu saudades
de andar de bonde.
Bonde de todos:
crianças, jovens e velhos.
Bonde
por onde passava
ganhava o dia.
Bonde irradia alegria.
***
Adolescência
Como na minha cidade não havia bondes, eu e meus amigos (as) pegávamos um ônibus (o circular) e rodávamos a cidade. Isso num dia de domingo. Até enjoar. Alguém faz isso hoje?
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Por onde anda o amor?
Como pode alguém matar outro por ciúme ou se matar por alguém? Dinheiro, baixa auto estima ou alguma doença mental? Quem sou eu para julgar, mas fico pensando e com pena de uma criança que vai crescer sem mãe. Isso diante do caso que a imprensa não para de comentar. O que era amor virou o quê? Por que simplesmente uma pessoa não deixa o outro ir, quando ver que esse tal amor acabou? É muita possessividade, não sei. Sinceramente não tenho respostas. Só mesmo a assassina confessa tem a verdade.
Quando alguém comete suicídio também. Nunca sabemos por que alguém se mata.
Só sei que não se mata por amor. O amor morreu faz tempo. O que vai ser da gente?
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Livre
Desde 2000 trabalhava três expedientes, agora estou livre a noite. Dois expedientes realmente bastam. O que importa é ter qualidade de vida. Ficar em casa, ler mais , estudar mais, curtir minha mãe, que já tem 70 e outras coisitas mais e acima de tudo, me curtir mais: banhos demorados, terminar os livros que ainda não li, desapegar mais da internet, assisti a programas bons da tv e não fazer nada. Não fazer nada também é bom demais. De pernas pra o ar, livre pra voar.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Happy hour
A tarde nos espera
com seu barulho de carros
cheiro de batatinha,
de churrasco.
Vemos trabalhadores
bebendo umas.
Depois é só calmaria.
Podemos olhar o que ainda resta
de fachadas antigas,
daquela Mossoró não cosmopolita.
Só nós dois de mãos dadas ao acaso.
Desse jeito até eu caso.
com seu barulho de carros
cheiro de batatinha,
de churrasco.
Vemos trabalhadores
bebendo umas.
Depois é só calmaria.
Podemos olhar o que ainda resta
de fachadas antigas,
daquela Mossoró não cosmopolita.
Só nós dois de mãos dadas ao acaso.
Desse jeito até eu caso.
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